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domingo, 3 de fevereiro de 2008

Um selvagem sem destino

Corre pequeno selvagem...
Em busca de um abrigo para morar;
Não pare em meio à escuridão;
Corra sobre as pedrinhas da lagoa;
Em busca do conforto de seus pais.
Siga com a cabeça levantada sem medo;
Porque o medo não o deixará seguir.
Pense que em instantes estará salvo;
E terá contigo a paz do coração.
Corres em busca de aprendizado;
Que ainda não encontrastes;
Segues com o olhar atento as novas descobertas;
Através dessa intensa aventura.
Que te levara ao crescimento interior;
Corra sempre em meio a essa floresta;
Não fuja para a cidade;
Que te entristecerá a alma;
Com todas as suas injustiças;
E tristezas sem fim.
Siga com a esperança de dias melhores;
Em meio a essa selva tão encantada;
Que tem mil paisagens para descobrir;
Onde o perigo é enfrentado com bravura.
Vai grande selvagem sem lágrimas no olhar;
Siga em busca dos que te amam.
Porque sabes que um dia chegarás;
E serás recebido com uma grande comemoração;
Pelo teu povo adorado;
Em meio a sua selva tão calma;
Onde o ódio não existe;
Onde o amor prevalece;
Cada vez maior dentro da alma;
Onde se pode sentir o amanhecer;
Chegando de uma forma especial;

Coroando a imensa paz que existe ao seu redor